Autor: Jay Asher

Editora: Ática                Nº Páginas: 256

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Sinopse: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker - uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

Apesar da temática desse livro ser pesada, o autor conduz a história de forma simples. A tristeza de Hannah ao narrar as situações terríveis que passou e a angústia de Clay ao ouvir, nos prende e nos deixa curiosos para saber como foi que Clay, que parece ter um bom caráter, acabou virando um dos motivos para Hannah cometer suicídio.

Como tenho uma queda por personagens sofridos, me conectei com Hannah, conheci sua história, sofri e chorei com ela, e por conta dessa conexão, fiquei aflita por saber desde o princípio que ela não teria um final feliz.

Uma das coisas que me fez pensar enquanto lia essa história foi que em algum momento da vida todos nós já passamos por pelo menos uma situação narrada ali, sabemos que machuca, mas geralmente não temos apoio nem estrutura para lidar com a situação. Boatos e fofocas são a praga da humanidade, e acredite, nunca vão embora, mesmo quando se é adulta, sempre tem alguém se importando demais com o que você está fazendo com a sua vida.

Existe uma linha tênue entre uma brincadeira de mau gosto e bullying, observem e se preservem, conversem com alguém se estiverem passando por isso, você não tem que carregar o peso do mundo nas costas sozinho.

O livro é ótimo, super recomendo, mas prepare os lencinhos porque se você se envolver com a história vai chorar com toda certeza.

Um dos melhores livros que li esse ano.






Smith é um dos irmãos mais velhos do clã Sullivan e um astro de cinema muito cobiçado em Hollywood. Ele está trabalhando no projeto de sua vida, um filme chamado Gravidade, onde além de atuar, ele também vai dirigir e produzir.

Tatiana é a atriz que fará par romântico com Smith, uma atriz nova, mas já com bagagem, que conta com a ajuda de sua irmã Valentina para administrar sua carreira. Val é muito profissional, e coloca sua irmã e a carreira dela acima de todos os seus projetos pessoais.

Quando Smith notou Valentina e sua dedicação à irmã, sentiu que ela era diferente das mulheres com as quais estava habituado. O fato de Val não olhar pra ele com aquele deslumbramento típico que ele causava nas mulheres só fez com que a vontade de conquistá-la aumentasse e ele decidiu aceitar o desafio de conquistar o coração dessa mulher que mais parecia uma fortaleza.

Durante várias passagens do livro, a beleza exótica de Val foi mencionada, uma mulher que fugia aos padrões de beleza convencionais, fato que eu achei bem interessante, uma vez que geralmente, nesse tipo de livro, as mulheres estão todas contidas no estereótipo de Barbie.

O livro é repleto de cenas quentes e romantismo. Smith é muito dedicado, do tipo que manda flores, que segura seus anseios mais profundos para se entregar inteiramente à sua amada. A história prende e cativa, mas é repleta de clichês como os outros livros da série.

Os irmãos Sullivans além de lindos são muito família, é impossível não ter um preferido, o meu é o Marcus do livro “Por Um Momento Apenas”.

Se você está em busca de um romance quente e descompromissado, pode passar numa livraria e escolher um Sullivan pra você, tenho certeza que você vai suspirar e torcer pelo casal J





Resenha de Outubro do Desafio Literário do Tigre. Pra saber mais sobre o Desafio, basta dar uma olhadinha neste post aqui ou acessar a página do DL no facebook.




Cath e Wren são duas irmãs gêmeas que foram abandonadas pela mãe ainda crianças, e devido à dificuldade de ser criada somente pelo pai, sem uma figura feminina presente, as duas se uniram muito, uma sempre apoiando a outra. Cath sempre foi mais dependente, enquanto Wren era a mais extrovertida e segura de si.

Quando as duas partem pra faculdade, Wren decide que quer dividir o quarto com outra pessoa, para poder conhecer gente nova e aproveitar todas as experiências da faculdade. Cath se sente magoada, pois achava que as duas dividiriam o dormitório e ficariam juntas como sempre ficaram, afinal ela não lida muito bem com pessoas e com relacionamentos novos, e muitas vezes tem crises de pânico, lidar com uma pessoa estranha convivendo no mesmo espaço que ela seria muito difícil.

Infelizmente as tentativas de Cath não tiveram sucesso, e ela teve que dividir o dormitório com Reagan, uma moça estranha que não fazia a mínima questão de se relacionar com ela. Além da companheira de quarto esquisita, Cath  também terá que lidar com o namorado da moça, que mesmo sendo extrovertido e prestativo, tem um jeito amigável que incomoda Cath.

O sonho de Cath é se tornar uma grande escritora e esse sonho começou quando suas Fanfics baseadas no bruxo Simon Snow (aká Harry Potter) fizeram grande sucesso nos fóruns de fãs dos livros. O sucesso das suas fanfics foi tanto, que terminar a “sua” história consumia grande parte do seu tempo, impedindo que ela tivesse uma vida socialmente ativa. Ainda sim, devido à sua versão gay da história de Gemma, ela tinha seus próprios fãs, e quando escrevia, sua vida se tornava mais completa. Mesmo frágil e insegura, Cath lidará não só com as dificuldades em relações ás mudanças drásticas pela qual sua vida está passando, mas também com a sua autodescoberta longe de sua irmã.

Comecei esse livro com grandes expectativas pelo fato de ter amado Eleanor & Park, infelizmente, Fangirl não foi como história que eu amei L. Vejam bem, a história é boa, mas as várias passagens da Fanfic de Cath e da história real de Simon Snow deixaram o livro muito maçante. Se as passagens seguissem uma ordem cronológica que fizesse com que acompanhássemos não só a historia de Cath, mas também a de Simon, tanto na fanfic quanto nos livros reais, seria legal, mas os eventos estavam alternados e confusos, e eu senti que estava perdendo meu tempo lendo aqueles parágrafos ou as várias folhas dedicadas ao personagem que Cath tanto amava. Tanto é que li pulando as últimas passagens sobre Simon, acho que se a história de Cath lidando com seus desafios pessoais era mais interessante. Fora que estava muito claro que na verdade Simon Snow era o Harry Potter, sei que a intenção da autora era realmente deixar isso claro, mas não consegui visualizar o Harry (Simon) num relacionamento amoroso com o Draco (Baz), se fosse com o Rony seria mais fácil pra eu aceitar, mas com o Draco? Não, não, parece blasfêmia pra essa Potterhead aqui.

Enfim, a história de Cath é bonita, pois ela tem que se superar a cada capítulo e lutar contra a falta da sua irmã, aprender quem ela realmente é sem a sua melhor amiga e fazer amigos. O romance no livro também foi muito bonitinho, só o que estragou a minha leitura foram as passagens da fanfic, que tomaram grande parte do livro e acabou sem o tão esperado final que Cath lutou tanto pra escrever.

Gostei de Fangirl, mas curti mais o Eleanor. Vou esperar o próximo torcendo pra que seja tão bom quando o primeiro. Dedinhos cruzados J







Se você era fã do Castelo e ainda não foi à exposição, não sabe o que está perdendo. Tá certo que comprar o ingresso é mais difícil que achar Paçoquita Cremosa nos mercados, mas acredite, é possível se você tiver um pouco de paciência e for persistente.

Se liga só em algumas dicas para sobreviver ao perrengue da compra de ingressos.

01 - ACORDE COM AS GALINHAS

A fila é enorme, então se você realmente quiser conseguir comprar o ingresso, tem que chegar lá muito cedo. Eu cheguei às 6 horas da manhã e já tinha uma fila considerável. Enquanto eu estava na fila vi vários ônibus de excursão chegando (daqueles de viagem e micro ônibus), todos lotados! Fique bege com o tamanho da fila duas horas depois, tinha muita gente mesmo, parecia fila de show de rock. A galera que estava no começo da fila me disse que chegaram lá por volta das 4 horas da manhã, então prepare o despertador!

02 - COMO CHEGAR

De dentro do terminal de Ônibus Parque Don Pedro II saem os ônibus 930P Pinheiros e o 908T Butantã que passam em frente ao Museu. Super fácil de chegar!

03 - ADESIVOS E INGRESSOS

Durante a espera na fila pra compra dos ingressos, um representante do Museu vai passar distribuindo selinhos autocolantes. O número de selinhos que você pegar, corresponde ao número de ingressos que você vai comprar. Cada pessoa só pode comprar quatro ingressos, então, serão 4 selinhos por pessoa. Os preços são R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia entrada. Eles estão verificando as meias, então, antes de sair, não esqueça de levar o seu comprovante.

04 - PACIÊNCIA GAFANHOTO/ O TEMPO DE ESPERA


O tempo de espera na fila é enorme, tanto pra comprar os ingressos quanto para entrar no Museu. Eu cheguei às 6 horas da manhã, a bilheteria abriu ás 8 horas e eu só consegui comprar os ingressos às 10:30! Ou seja, levei 4 horas e meia só pra comprar.  Os ingressos são com horário marcado, a primeira visitação é as 9 da manhã, você pode escolher a hora que vai fazer a visita desde que seja pro mesmo dia, eles não estão vendendo antecipado na bilheteria, somente pelo site com visitação somente aos sábados. Só consegui comprar pra sessão do Meio Dia. Eles formam filas pra cada sessão de acordo com o horário. Quando saí da bilheteria, já tinha fila pra quem ia entrar ás 11 horas e pra quem iria entrar ao meio dia. Minha sessão era pro meio dia, mas só consegui entras ás 13, porque os grupos vão entrando conforme o pessoal vai saindo, você não tem um tempo limite pra ficar lá dentro.

05 - MOCHILA NÃO ENTRA/ GUARDA VOLUMES

Mochilas  e bolsas grandes não entram no MIS, só é permitido bolsas pequenas de mão, a regra do Museu é que meia hora antes você vá ate o guarda volumes e guarde lá a sua “bagagem”. Gente, não pode guardar “pessoas malas” no guarda volumes hein! Eu bem queria ter enfiado um infeliz que resolveu ir comigo lá, mas infelizmente tive que aturar a peste, fica a dica, escolha bem quem levar e leve bolsas pequenas.

06 - LEVE COMIDA/ ÁGUA E DINHEIRO

Ficar tanto tempo na fila vai dar fome, sede, vontade de ir no banheiro, então vá preparado. Na fila você encontra várias vans vendendo lanches, geralmente cachorro quente, o valor é fixo R$5,00, mas é o cachorro quente mais sem vergonha do mundo, então, baseada na minha experiência, compensa mais você levar um lanchinho de casa, especialmente se você for com crianças. Leve alguma coisa sem maionese pra não ter perigo de estragar, bolacha, pão de queijo. Refrigerantes lá custam R$5,00 e água R$ 6,00. Cerveja Stella e Budweiser custam R$ 8,00 a garrafinha e a latinha de Smirnoff Ice custa R$ 9,00. Os ambulantes aceitam cartões. A galera do MIS deixam você usar o banheiro do Museu, é só pedir com jeito J.

07 - PREVISÃO DO TEMPO

É sempre bom dar uma olhada na previsão do tempo antes de sair de casa, porque como o tempo nas filas é grande, se chover e você não estiver preparado, vai fazer a visitação igual cachorro molhado, ninguém merece não? No dia que eu fui estava muito frio, mas lá pelas 8, o sol esquentou de tal forma que eu senti meu rosto queimar, tive que carregar a blusa enorme que eu fui, mas dei graças a Deus por ter passado protetor solar.

08 - SOBRE O DIREITO DE IR E VIR

Esse direito não existe nessa exposição. Se você seguiu em frente e esqueceu de tirar foto com a Celeste, não vai mais poder voltar. Eu não acho que isso seja ruim devido ao grande número de pessoas que estão visitando, então, olhe cada cantinho e fotografe tudo, porque tem muita coisa legal pra ver.

09 - FOTOS E VÍDEOS

Fotos são permitidas sem flash, mas vídeos são terminantemente proibidos. Segundo informado por uma funcionária do Museu, vídeos infringem os direitos autorais, então muito cuidado se for filmar escondido, tem funcionários espalhados por toda a exposição e você corre o risco de que alguém te peça para apagar.

10 - O PORTEIRO E A LOJINHA DO MIS

No final da Exposição, você pode tirar foto com o Porteiro J, é muito amor gente! A porta é idêntica a do Programa, na hora me bateu uma saudade de ser criança!

Bem pertinho da porta tem a lojinha do MIS, lá eu encontrei canecas (20,00 a 30,00) do Castelo e camisetas (R$60,00), como as estampas são super simples, eu achei caro, acabei não trazendo nada. Na lojinha também vende livros diversos, vinis, pôster e cartões postais com vários temas, tudo muito legal, mas bem salgado. Então, se quiser levar lembrancinha, prepare o bolso.



Espero que as dicas tenham ajudado, quando vocês forem, passem aqui e me contem nos comentários como foi, vou adorar ler a opinião de vocês sobre a Exposição J.

Imagens daqui, daqui e daqui.